Que fique claro que, para conhecermos a sombra a Luz precisa estar presente, que para saber
quão bom é ver um sorriso, precisamos antes estar vendo a tristeza, para saber
que não se gosta de ler se fez necessário ler em algum momento, que para querer
engordar precisa estar magro e também o contrario, que para não gostar de nadar
em uma cachoeira precisa saber o quão suave é a gélida sensação de paz que a
queda d’água traz para suas costas, que para não gostar de tal aroma é preciso
conseguir sentir os diferentes cheiros do mundo. Que fique claro que para
sentir saudade de algum lugar é preciso não estar nesse lugar, que para querer
voltar para casa é preciso ter saído dela.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
O Reflexo que não sabia falar.
- Quem é você?
...
Silêncio
Silêncio
...
uma respiração profunda
silêncio ...
Apagou a luz, parou de se olhar no espelho e voltou pra cama, sem resposta, sem
escolha, sem nada, apenas silêncio, apenas vazio.
Silêncio.
...
domingo, 20 de abril de 2014
Sou apenas humano
Para uma melhor leitura recomendo que esteja ouvindo essa musica :
https://www.youtube.com/watch?v=r5yaoMjaAmE
E a lança penetrou minha pele, e eu pude sentir cada pêlo do meu corpo se arrepiando com a dor que aquela lança pontiaguda me causou adentrando minha pele, ultrapassando minha carne, perfurando meu coração, minhas lágrimas se transformaram em sangue e já não mais caiam dos meus olhos, a dor era tamanha que meus olhos não conseguiam chorar. Meus joelhos se dobraram e encostaram o chão frio daquele quarto escuro. Eu ali, ajoelhado no frio chão, com as mãos naquela lança perpassada em meu peito e o sangue escorrendo em meu corpo.
Minhas mãos não conseguiam soltar, Eu não conseguia soltar aquela lança, eu não conseguia tira-la, para talvez, quem sabe, conseguir cessar com aquela dor que estava me destruindo.
Alguns anos se passaram e eu ainda não tinha conseguido tirar aquela lança do meu peito.
Por vezes algumas pessoas passavam por mim, me distraíam e eu não sentia por alguns momentos, dor, por vezes a esquecia, mas por vezes algumas pessoas seguravam minha mão, segurando a lança,e afundavam a ainda mais. E meu coração ainda batia, ainda sangrava, e meus joelhos ainda sentiam o chão frio,e minhas mãos ainda seguravam a lança.
Por vezes eu tentava levantar, cansado de sentir o frio do chão e com as pernas bambas tremendo eu conseguia ficar por breves momentos em pé, até que viessem pessoas para me distrair, até que essas pessoas segurassem minhas mãos segurando a lança até que essas pessoas afundavam a ainda mais em meu peito, fazendo me sentir o frio, fazendo o sangue escorrer mais, fazendo a dor me destruir de novo, e de novo e de novo.
Até que um dia prendendo a minha respiração, com as mãos na lança, o sangue escorrendo, as pernas bambas, me levantei, uma respiração, uma profunda respiração, puxei a lança para fora do meu peito, o que fez com que sangue e mais sangue saísse e escorresse por meu corpo que não tinha se ajoelhado, mas caído por inteiro no chão frio de tamanha dor que havia sentido puxando a lança que já estava profunda com o passar dos anos.
Eu poderia ter aguentado mais, mas estava de saco cheio.
Eu poderia fingir, me distraindo, mais sorrisos.
Mas eu sou apenas humano, que sangrava cada vez que pegavam minha mão, e a lança aprofundavam mais em meu peito. E eu me arrebentava, e eu me desmontava, e sangrava caindo. Pois sou apenas humano.
https://www.youtube.com/watch?v=r5yaoMjaAmE
E a lança penetrou minha pele, e eu pude sentir cada pêlo do meu corpo se arrepiando com a dor que aquela lança pontiaguda me causou adentrando minha pele, ultrapassando minha carne, perfurando meu coração, minhas lágrimas se transformaram em sangue e já não mais caiam dos meus olhos, a dor era tamanha que meus olhos não conseguiam chorar. Meus joelhos se dobraram e encostaram o chão frio daquele quarto escuro. Eu ali, ajoelhado no frio chão, com as mãos naquela lança perpassada em meu peito e o sangue escorrendo em meu corpo.
Minhas mãos não conseguiam soltar, Eu não conseguia soltar aquela lança, eu não conseguia tira-la, para talvez, quem sabe, conseguir cessar com aquela dor que estava me destruindo.
Alguns anos se passaram e eu ainda não tinha conseguido tirar aquela lança do meu peito.
Por vezes algumas pessoas passavam por mim, me distraíam e eu não sentia por alguns momentos, dor, por vezes a esquecia, mas por vezes algumas pessoas seguravam minha mão, segurando a lança,e afundavam a ainda mais. E meu coração ainda batia, ainda sangrava, e meus joelhos ainda sentiam o chão frio,e minhas mãos ainda seguravam a lança.
Por vezes eu tentava levantar, cansado de sentir o frio do chão e com as pernas bambas tremendo eu conseguia ficar por breves momentos em pé, até que viessem pessoas para me distrair, até que essas pessoas segurassem minhas mãos segurando a lança até que essas pessoas afundavam a ainda mais em meu peito, fazendo me sentir o frio, fazendo o sangue escorrer mais, fazendo a dor me destruir de novo, e de novo e de novo.
Até que um dia prendendo a minha respiração, com as mãos na lança, o sangue escorrendo, as pernas bambas, me levantei, uma respiração, uma profunda respiração, puxei a lança para fora do meu peito, o que fez com que sangue e mais sangue saísse e escorresse por meu corpo que não tinha se ajoelhado, mas caído por inteiro no chão frio de tamanha dor que havia sentido puxando a lança que já estava profunda com o passar dos anos.
Eu poderia ter aguentado mais, mas estava de saco cheio.
Eu poderia fingir, me distraindo, mais sorrisos.
Mas eu sou apenas humano, que sangrava cada vez que pegavam minha mão, e a lança aprofundavam mais em meu peito. E eu me arrebentava, e eu me desmontava, e sangrava caindo. Pois sou apenas humano.
terça-feira, 11 de março de 2014
13 de Novembro de 1973
Fiquei pensando:
- Será que se eu sair sem minha sombra
alguém vai notar ?
Um belo dia parei de pensar.
13 de Novembro de 1973, o dia em que decidi sair sem minha sombra.
- Preciso saber se alguém vai notar!
09:00 horas, sai de casa.
Sem minha sombra.
Andei por ruas, praças, entrei em armazéns, em botecos.
Conversei com crianças, com jovens,
com adultos e com mais velhos.
Conversei com conhecidos e com estranhos.
Fui em lugares com luzes artificiais e luz natural.
- Será que se eu sair sem minha sombra
alguém vai notar ?
Um belo dia parei de pensar.
13 de Novembro de 1973, o dia em que decidi sair sem minha sombra.
- Preciso saber se alguém vai notar!
09:00 horas, sai de casa.
Sem minha sombra.
Andei por ruas, praças, entrei em armazéns, em botecos.
Conversei com crianças, com jovens,
com adultos e com mais velhos.
Conversei com conhecidos e com estranhos.
Fui em lugares com luzes artificiais e luz natural.
Lugares que "faziam" sombras.
Todos tinham sombra.
A criança, o jovem, o adulto e o mais velho.
Até mesmo a vela em cima da mesa tinha uma sombra,
menos eu.
E ninguém notou.
Nem a criança desconhecida, nem o mais velho amigo,
nem o jovem que conversei.
- Todos me viram, mas ninguém me enxergou, ninguém notou a ausência da minha sombra ...
Todos tinham sombra.
A criança, o jovem, o adulto e o mais velho.
Até mesmo a vela em cima da mesa tinha uma sombra,
menos eu.
E ninguém notou.
Nem a criança desconhecida, nem o mais velho amigo,
nem o jovem que conversei.
- Todos me viram, mas ninguém me enxergou, ninguém notou a ausência da minha sombra ...
terça-feira, 4 de março de 2014
Limpei a mesa
16 de fevereiro de 2014...
Passei uns dias fora. Ele ficou aqui vazio, ou melhor, ele ficou aqui sem mim. Ele ficou aqui com as portas abertas, sem mim, e cheio, cheio de tudo que sou eu, e quem passava poderia me ver, mesmo sem eu estar aqui.
Entrei, silencio, de ambos, o meu e o dele,não me vi mais no meu quarto, que antes gritava a mim , e agora eu mesmo não me vejo.
Depois de tudo trocado, de tudo mudado, de tudo arrumado de um novo eu, a mesa dentro dele gritava,
gritava tudo que estava sobrando do que era antes ele.
A mesa estava carregada de tudo. Cores, letras, números, objetos, sentimentos guardados desnecessariamente.
Sabe cena de televisão, quando tudo é jogado no chão? Pois é, não foi tudo jogado no chão, mas tudo tirado do lugar, o chão ficou cheio de tudo.
Mesmo sem tudo aquilo que já estava no chão ainda sim estava cheia de tudo que estava literalmente nela.
Então com um pano umedecido cada eu que nela estava comecei a tirar, cada dia que estava nela começou a dela sumir, cada cor, cada letra, cada numero.
Branca. A mesa ficou branca.
Faxina boa no quarto, é dessas que a gente joga muito passado fora.
Limpei a mesa.
Passei uns dias fora. Ele ficou aqui vazio, ou melhor, ele ficou aqui sem mim. Ele ficou aqui com as portas abertas, sem mim, e cheio, cheio de tudo que sou eu, e quem passava poderia me ver, mesmo sem eu estar aqui.
Entrei, silencio, de ambos, o meu e o dele,não me vi mais no meu quarto, que antes gritava a mim , e agora eu mesmo não me vejo.
Depois de tudo trocado, de tudo mudado, de tudo arrumado de um novo eu, a mesa dentro dele gritava,
gritava tudo que estava sobrando do que era antes ele.
A mesa estava carregada de tudo. Cores, letras, números, objetos, sentimentos guardados desnecessariamente.
Sabe cena de televisão, quando tudo é jogado no chão? Pois é, não foi tudo jogado no chão, mas tudo tirado do lugar, o chão ficou cheio de tudo.
Mesmo sem tudo aquilo que já estava no chão ainda sim estava cheia de tudo que estava literalmente nela.
Então com um pano umedecido cada eu que nela estava comecei a tirar, cada dia que estava nela começou a dela sumir, cada cor, cada letra, cada numero.
Branca. A mesa ficou branca.
Faxina boa no quarto, é dessas que a gente joga muito passado fora.
Limpei a mesa.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Carta de numero 8. Metade do inteiro que somos nós.
Eu estava passeando
pelo Vale Bregaglia e foi quando estava
na velha “cidade” Savogno que recebi a carta. Não sei exatamente como foi que me
encontraram em Itália, eu já estava pensando que jamais receberia ou escreveria
outra carta, imaginava que a de numero sete seria então a ultima. Mas a questão
é que recebi.
Sentei-me em uma daquelas casas de pedra e comecei a ler a carta.
“Eu sei que talvez você tenha encerrado a busca, mesmo tendo dito que não, eu sabia que sim, você havia desistido,e simplesmente estava viajando por ai, simplesmente admirando as belas paisagens desse mundão. E eu sei que não deveria te mandar essa carta, afinal acho que sobre essas coisas você vem mantendo distancia desde a então carta de numero sete, mas eu precisava conversar com alguém e você me pareceu, e de fato é, a única pessoa capaz de entender verdadeiramente o que eu aprendi.
Depois que você simplesmente deixou sua busca de lado, muita coisa aconteceu por aqui, eu também fui em busca de muita coisa, eu também vive novas experiências, mas é sobre apenas uma que eu queria falar com você.
Você mais do que qualquer pessoa sabe, que muitas vezes, eu decido sentimentos pela razão. Mas a vida tem uma maneira “engraçada” de nos mostrar que nem sempre estamos no comando. Não tenho medo do fim, mas sim o que o fim faz comigo, os sentimentos que o fim traz. E foi com medo desses sentimentos que eu deixei passar muitas pessoas as quais poderiam não ter trazido esses sentimentos pra mim, e racionalmente acabei escolhendo me deixar levar por um sentimento o qual, racionalmente, não me traria nenhum sentimento ruim que vem com o fim. E para minha surpresa, o que a primeira vista me parecia ser a melhor escolha, acabou sendo justamente aquilo que eu não queria. Essa foi a forma “ engraçada” que a vida achou pra me mostrar que nem sempre estou no comando, sobre isso que eu queria conversar com você. Por mais que eu tenha me protegido, ou pelo menos imaginava que o estava fazendo, por mais que tenha feito racionalmente escolhas, as quais eu julgara terem sido as melhores pra mim, ela, a vida, me mostrou que nem sempre o que eu acho que é o melhor, é de fato o melhor, e o fim que eu achei que não chegaria, chegou e com ele os sentimentos que eu tanto temia. Talvez se eu tivesse me permitido antes, sem o medo desse fim, o fim não teria chegado como chegou com a pessoa que eu não espera que o fim fosse chegar. Mas não tem como eu saber agora, a vida tinha uma lição pra mim, e eu aprendi, por mais escolhas que eu faça, nada, ou quase nada esta em meu comando, eu não posso estar tranquilo com minhas decisões, pensando em meu bem estar, pode ser que acabe tudo bem, pode ser que não. Sim imagino que você deva estar rindo agora, pensando que eu quis bancar o espertinho e me dei mal, mas daqui um tempo, ou quem sabe agora, eu já esteja rindo disso, e consciente de que aprendi.”
Percebi depois de ler a carta, que sim ele estava percebendo que viver é mais complexo do que imaginamos, que lidar com sentimentos e com pessoas é mais difícil que passar de ano em matemática. Sim eu ri como ele imaginou, mas não pelo que aconteceu com ele, mas sim por ele ter percebido o que a vida tinha ensinado a ele. Não eu não o respondi, vou terminar essa viagem e quando chegar em um novo lugar em uma nova estação, quem sabe eu tenha uma resposta pra ele, ou algo novo pra contar, essas cartas nunca sabem quando vão voltar a aparecer mesmo, não é?
Sentei-me em uma daquelas casas de pedra e comecei a ler a carta.
“Eu sei que talvez você tenha encerrado a busca, mesmo tendo dito que não, eu sabia que sim, você havia desistido,e simplesmente estava viajando por ai, simplesmente admirando as belas paisagens desse mundão. E eu sei que não deveria te mandar essa carta, afinal acho que sobre essas coisas você vem mantendo distancia desde a então carta de numero sete, mas eu precisava conversar com alguém e você me pareceu, e de fato é, a única pessoa capaz de entender verdadeiramente o que eu aprendi.
Depois que você simplesmente deixou sua busca de lado, muita coisa aconteceu por aqui, eu também fui em busca de muita coisa, eu também vive novas experiências, mas é sobre apenas uma que eu queria falar com você.
Você mais do que qualquer pessoa sabe, que muitas vezes, eu decido sentimentos pela razão. Mas a vida tem uma maneira “engraçada” de nos mostrar que nem sempre estamos no comando. Não tenho medo do fim, mas sim o que o fim faz comigo, os sentimentos que o fim traz. E foi com medo desses sentimentos que eu deixei passar muitas pessoas as quais poderiam não ter trazido esses sentimentos pra mim, e racionalmente acabei escolhendo me deixar levar por um sentimento o qual, racionalmente, não me traria nenhum sentimento ruim que vem com o fim. E para minha surpresa, o que a primeira vista me parecia ser a melhor escolha, acabou sendo justamente aquilo que eu não queria. Essa foi a forma “ engraçada” que a vida achou pra me mostrar que nem sempre estou no comando, sobre isso que eu queria conversar com você. Por mais que eu tenha me protegido, ou pelo menos imaginava que o estava fazendo, por mais que tenha feito racionalmente escolhas, as quais eu julgara terem sido as melhores pra mim, ela, a vida, me mostrou que nem sempre o que eu acho que é o melhor, é de fato o melhor, e o fim que eu achei que não chegaria, chegou e com ele os sentimentos que eu tanto temia. Talvez se eu tivesse me permitido antes, sem o medo desse fim, o fim não teria chegado como chegou com a pessoa que eu não espera que o fim fosse chegar. Mas não tem como eu saber agora, a vida tinha uma lição pra mim, e eu aprendi, por mais escolhas que eu faça, nada, ou quase nada esta em meu comando, eu não posso estar tranquilo com minhas decisões, pensando em meu bem estar, pode ser que acabe tudo bem, pode ser que não. Sim imagino que você deva estar rindo agora, pensando que eu quis bancar o espertinho e me dei mal, mas daqui um tempo, ou quem sabe agora, eu já esteja rindo disso, e consciente de que aprendi.”
Percebi depois de ler a carta, que sim ele estava percebendo que viver é mais complexo do que imaginamos, que lidar com sentimentos e com pessoas é mais difícil que passar de ano em matemática. Sim eu ri como ele imaginou, mas não pelo que aconteceu com ele, mas sim por ele ter percebido o que a vida tinha ensinado a ele. Não eu não o respondi, vou terminar essa viagem e quando chegar em um novo lugar em uma nova estação, quem sabe eu tenha uma resposta pra ele, ou algo novo pra contar, essas cartas nunca sabem quando vão voltar a aparecer mesmo, não é?
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Abrace uma arvore
Abrace.
Quem vier pela frente, ou o que vier pela frente.
Que peso tem um abraço?
Que valor tem um abraço?
Abrace uma arvore.
Quando sua alma deixar seu corpo,
vai ser meio difícil dar um abraço.
Quando sua voz sumir,
abrace.
Quando suas pernas tremerem,
abrace.
Quando as lagrimas tomarem uma força que você não consegue segurar,
abrace.
Quando estiver desesperado, perdido, sozinho, com medo, sem colo e sem ter pra onde ir,
abrace.
Se não tiver quem abraçar,
abrace uma arvore.
p.s. nunca sabemos quando um gatilho pode ser acionado, então não deixe um abraço para a próxima, abrace!!
Quem vier pela frente, ou o que vier pela frente.
Que peso tem um abraço?
Que valor tem um abraço?
Abrace uma arvore.
Quando sua alma deixar seu corpo,
vai ser meio difícil dar um abraço.
Quando sua voz sumir,
abrace.
Quando suas pernas tremerem,
abrace.
Quando as lagrimas tomarem uma força que você não consegue segurar,
abrace.
Quando estiver desesperado, perdido, sozinho, com medo, sem colo e sem ter pra onde ir,
abrace.
Se não tiver quem abraçar,
abrace uma arvore.
p.s. nunca sabemos quando um gatilho pode ser acionado, então não deixe um abraço para a próxima, abrace!!
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